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Alerta Epidemiológico: Dengue Tipo 3 e Chikungunya no Rio Grande do Sul

O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS) emitiu um alerta epidemiológico referente à circulação do sorotipo DENV-3 da dengue em Ijuí e ao aumento de casos de chikungunya em Salvador das Missões e Carazinho, no Rio Grande do Sul. A emergência dessas doenças transmitidas pelo Aedes aegypti exige a atenção da população e dos profissionais de saúde para medidas de prevenção e controle.


Dengue Tipo 3 Confirmada em Ijuí

Em 2024, o primeiro caso autóctone do sorotipo DENV-3 foi confirmado em Ijuí, um evento significativo, pois, até então, a circulação predominante no estado era dos sorotipos DENV-1 e DENV-2. O paciente apresentou sintomas característicos da dengue, como febre, dores musculares e fraqueza.

A introdução do DENV-3 representa um risco elevado, uma vez que a população pode ter baixa imunidade contra esse sorotipo, aumentando as chances de casos graves e hospitalizações. A Vigilância Epidemiológica segue monitorando a propagação do vírus na região.

Aumento dos Casos de Chikungunya em Salvador das Missões e Carazinho

A chikungunya também tem se tornado uma preocupação crescente no Rio Grande do Sul. Salvador das Missões confirmou casos autóctones, com pacientes apresentando febre alta, dores intensas nas articulações e mal-estar geral.

Em Carazinho, observa-se um aumento considerável de casos da doença, indicando a necessidade de medidas urgentes de prevenção. O fato de chikungunya e dengue estarem circulando simultaneamente aumenta o risco de confecções e agravação dos quadros clínicos.

Medidas de Prevenção e Controle

Diante do cenário epidemiológico, é fundamental adotar estratégias de prevenção:

  • Identificação precoce dos casos: Monitoramento de sintomas e busca por atendimento médico em caso de suspeita.
  • Combate ao vetor: Eliminação de criadouros do Aedes aegypti, evitando o acúmulo de água parada em recipientes.
  • Uso de repelentes e proteção individual: Principalmente para gestantes e idosos, grupos mais vulneráveis.
  • Mobilização da comunidade: Campanhas de conscientização sobre a importância da prevenção e controle da proliferação do mosquito.

Conclusão

A confirmação do DENV-3 e o aumento dos casos de chikungunya reforçam a necessidade de ações rápidas para conter a disseminação das doenças. É essencial que a população esteja alerta aos sintomas e adote medidas preventivas. O CEVS segue monitorando a situação e fornecendo diretrizes para profissionais de saúde e gestores municipais.

Para mais informações, acesse o alerta epidemiológico completo: Alerta Epidemiológico – Dengue e Chikungunya RS.

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Autor

Foto de Pablo Couto

Pablo Couto

Pablo Couto é nutricionista formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e é técnico em sistemas de informação e servidor público na rede de atenção básica à saúde e Pós graduando em Informática em Saúde Digital. Além de possuir diversas formações em saúde pública. Capacitações em Sistemas do Previne Brasil pela Coordenação de Atenção Primária à Saúde do Estado do Rio Grande do Sul; Mudanças no Financiamento do SUS pela UNA SUS; Atualização em planejamento e gestão do Sistema Único de Saúde com a utilização do DigiSUS – Módulo planejamento – DGMP; Fundamentos para a Saúde Digital – RNP.
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